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O Vento nos salgueiros: material de apoio

Esse material foi desenvolvido para ser usado em conjunto com livro “ O vento nos Salgueiros” (Kenneth Grahame). (O livro não está incluso) Deixo aqui a indicação da edição que usamos:

Tudo aqui foi especialmente elaborado para auxiliar e complementar o estudo do livro trazendo as informações de ciências e geografia.

Aqui estão inclusas informações sobre os personagens principais e secundários, bem como da vegetação e relevo. Tudo feito pensando no desenvolvimento e aprimoramento do conhecimento científico.

Indicamos o guia de leitura e estudo das virtudes do programa “Valores e Virtudes” (Desenvolvido pela Katarine Jordão) para o estudo completo do livro.

 

 

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Você ainda não tem o livro “O vento nos salgueiros”?

deixo aqui minha indicação da edição que usamos:

Conheça também nosso material de apoio para o o livro ” As aventuras de Pinóquio” de Carlo Collodi.

 

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Porque escolhemos o ensino clássico

 

O ensino clássico é muito mais do que um padrão de aprendizado. Ele segue um padrão específico composto de 3 partes. Primeiro a mente é suprida com fatos e imagens, na sequencia são fornecidas ferramentas lógicas para que estes fatos e imagens sejam organizados e por fim a mente é equipada para expressar conclusões.

Na minha humilde opinião a beleza e a riqueza do ensino clássico consiste em que na mente clássica todo o conhecimento está inter-relacionado.

O Ensino Clássico é compreendido pelo Trivium e pelo Quadrivium.  O Trivium, como o próprio nomes diz, são três partes: Gramática, Lógica e Retórica. E o Quadrivium, quatro partes: Aritmética, Geometria, Música, Astronomia.

Quero aqui deixar uma citação da Ruth Beechik (A strong start in language: grades K-3. 1993):

“Nossa sociedade está tão obcecada com criatividade, que as pessoas querem que as crianças sejam criativas antes delas terem qualquer conhecimento ou habilidade para os quais terem criatividade”.

Na fase da Gramática, os anos de papagaio ou de esponja, a educação clássica exige que o estudante colete (absorva), entenda, memorize e categorize toda a informação recebida.

Se espremermos uma esponja seca, nada sairá dela e, portanto, a esponja precisa ser preenchida.

Nosso trabalho nos anos iniciais é encher de conhecimento as habilidades que vão permitir que nossas crianças transbordem em criatividade conforme suas mentes amadurecem.

Nos primeiros anos de aprendizado devemos encher ao máximo (que conseguirmos) a mente e a imaginação de nossos filhos com pinturas, imagens, histórias e fatos. Uma vez que a informação entra na memória, nós a reconhecemos e começamos a acumular mais e mais detalhes. E quando a criança ouvir por exemplo sobre um tema em diferentes contextos ela acessará o conhecimento prévio e absorverá e aprenderá algo novo.
Devemos buscar nos anos iniciais esse desejo por aprender, e isso ajudará a criar as fundações com os montantes de conhecimento fornecidos durante a fase da gramática. Isso possibilitará nas demais fases o desenvolver essa sede de conhecimento e ajudará também no progresso do autodidatismo.

Ensino Clássico

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O começo

Antes de começar gostaria de me apresentar. Meu nome é Rachel Haswell. Sou casada com o Daniel e mãe de três lindas meninas (reparem na “logo”, fiz questão de colocar cada uma de nossas filhas ali).

Nossa jornada pelo homeschool começou antes mesmo de nos casarmos. Quando namorávamos descobri que meu marido havia estudado em casa um período de sua vida e ele já estava formado da faculdade e com pós graduação. O que pra mim era muito abstrato, pensava comigo mesmo como estudar em casa podia ser possível? Como conseguiu ingressar na Universidade? Claro que ele sanou todas as minhas dúvidas. E comentou comigo seu desejo de educar seus filhos em casa quando ele casasse e os tivesse.

Eu então comecei a me informar sobre o assunto, e me sentia incapaz de tal proeza e disse isso a ele. Ele com toda calma do mundo falou que ele me ajudaria nessa empreitada.

Eu confesso que tinha um pé atrás e deixei claro a ele. Mas conforme fui estudando e conhecendo mais sobre o educar em casa, aquele monstro do desconhecido foi sumindo. Fomos também conhecendo famílias que educavam em casa e vendo o quão natural era.

Iniciei a educação de nossa filha mais velha por volta dos 2 anos, utilizando o método Montessori. Eu gostava do quão lúdico era, mas por volta dos 3 anos sentia falta de algo mais substancioso, algo mais profundo. Minha filha tinha sede de conhecimento, e percebi que precisava de algo mais e não era um monte de conteúdo!

Comecei então minha busca por métodos famosos nos Estados Unidos (onde existem inúmeros currículos disponíveis).

Pesquisei muito!

Cheguei então ao currículo da Charlotte Mason! Que delícia! era o que eu procurava!
Ensino clássico sob a ótica cristã.

E cá estamos  com três filhas e seguindo na educação domiciliar integral. Queremos proporcionar às nossas filhas a melhor educação possível, personalizada a cada uma e otimizadas nas aptidões delas. Ninguém as conhece melhor do que nós, sabemos seus pontos fortes e suas dificuldades e vamos trabalhar eficientemente e com amor na educação delas.

No próximo post vou falar um pouco mais sobre o método da Charlotte Mason.

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